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<title>Laddy Princiss </title>
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<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 05:53:35 +0100</pubDate>
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<title>Laddy Princiss </title>
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	<title>Origem da Bruxaria...</title>
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		<description><![CDATA[<table border="0" width="600">
<tr>
<td>
<p align="center"><img src="http://jbruxas.vilabol.uol.com.br/FigurasHP/BruxasCampo.gif" border="0" alt="" width="300" height="225" /></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: 13pt; color: #ff99cc">"Falar em origem da Bruxaria é o mesmo que retornar ao inicio da humanidade, quando os seres humanos começaram a despertar a sua percepção para os mistérios da vida e da natureza.<br /> Como afirmam a maioria dos antropólogos, o ser humano habita este planeta há mais de dois milhões de anos. Mais de 3 quartos deste tempo a nossa espécie passou nas culturas de coleta e caça aos pequenos animais. Nessas sociedades não havia necessidade de força física para sobreviver, e nelas as mulheres possuíam um lugar central.<br /> As mais antigas obras de arte que representam figuras humanas são de mulheres,mães. Datando de 35.000 a 10.000 anos antes da era cristã, e descobertas pôr toda a Europa e na África, essas estatuetas de "Vênus",chamadas assim pêlos arqueólogos, mostram a plenitude de formas da maternidade e a maturidade da natureza feminina.</span><span style="font-size: 13pt; color: #ff99cc">Desde os tempos neolíticos, a prática da Bruxaria sempre girou em torno de rituais simbólicos que estimulam a imaginação e alteram a consciência. A primeira demonstração de arte devocional foi as Madonas Negras, encontradas em cavernas do período Neolítico, então as deusas da fertilidade foram os primeiros objetos de adoração dos povos primitivos. Assim, rituais de caça, experiências visionárias e cerimônias de cura sempre tiveram lugar no fértil contexto dos símbolos e metáforas de cada cultura. Vale a pena ressaltar que nos vários sítios paleolíticos associados à imagem da Deusa foram encontrados entre eles, Laussel, Angles-sur, Cogul, La Magdaleine e Malta, só para citar alguns.<br /> No período neolítico, Catal Hüyük é um dos primeiros e mais claramente sítios matriarcais (cerca de 6.500 - 5.700 a. C) escavados. Os vários santuários decorados com figuras da deusa-mãe e seu filho-amante não fornecem dados que apontem para o sacrifício humano ou animal, não há altares, fossas para sangue e depósitos secretos para os ossos. Nem tampouco os templos da Deusa em Marta e na Sardenha, as galerias escavadas e os círculos de pedras dos construtores megalíticos ou os sítios de Creta, apresentam qualquer evidência de que seres humanos foram em qualquer época, ritualmente assassinados. Onde o sacrifício humano é visto claramente - por exemplo, nos túmulos sagrados da cidade suméria de Ur, onde cortejos inteiros acompanhavam o rei para a morte - ele está associado à cultura já vinculada ao patriarcado.</span><br />
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 13pt; color: #ff99cc">As sacerdotisas druidas da Grã-Bretanha estavam divididas em três classes. A classe mais alta vivia em regime de celibato em conventos. Essas irmandades alimentavam as fogueiras sagradas da Deusa e foram assimiladas na era cristã como monjas. As outras duas classes podiam casar e viver nos templos ou com os maridos e famílias. Eram servas acolhidas nos ritos sagrados da Deusa. Com o advento do cristianismo, foram chamadas "Bruxas". </span></p>
</td>
</tr>
</table>
<p><a href="http://laddyprinciss.nireblog.com/post/2008/11/11/origem-da-bruxaria#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 11:02:52 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Jovens Bruxas</title>
	<link>http://laddyprinciss.nireblog.com/post/2008/10/11/jovens-bruxas</link>
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		<description><![CDATA[<table border="0" width="647">
<tr>
<td width="232">
<p align="center">&nbsp;</p>
</td>
<td width="401"><strong><span style="color: #ff99cc"><br />
<p align="center">&nbsp;</p>
<p>       </span></strong><br />
<table border="0" width="600">
<tr>
<td><span style="font-size: 13pt; color: #ff99cc; font-family: 'Times New Roman'"><br />
<p align="center"><img src="http://jbruxas.vilabol.uol.com.br/FigurasHP/abertura.jpg" border="0" alt="" width="280" height="210" /></p>
<p align="center">      <img src="http://jbruxas.vilabol.uol.com.br/FigurasHP/jovenslogo.gif" border="0" alt="" width="326" height="98" /> </p>
<p> </span><br />
<p align="center"><span style="font-size: 13pt; color: #ff99cc; font-family: 'Times New Roman'"><em>Muitas pessoas que carregam dentro de si a vontade se serem Bruxos, a vontade de se dedicar a Bruxaria,sentem como se algo, uma voz a chamassem, além de se identificarem com a força da natureza, como se a vontade fosse maior que ela.<br /> É bem assim que o dom chega até as pessoas. Ele começa a se manifestar naturalmente, sem que nós percebamos, quando menos esperamos já somos seguidores da Grande Mãe.<br /> É como se a Deusa sussurrasse em nossos ouvidos que é hora de acordar e viver não só no plano material, como no plano espiritual, que esta diretamente em nossa vida.<br /> A partir daí , nossa vida toma um rumo diferente, ela passa a mudar, para algumas pessoas a mudança chega a ser completa, para outras que já tem uma espécie de afeição com o proximo e com a natureza, ela muda de modo a ficar mais sensata a encarar a vida com outros olhos, enxerga coisas que a maioria das pessoas não vêem.<br /> </em><br /> </span></p>
</td>
</tr>
</table>
</td>
</tr>
</table>
<p><a href="http://laddyprinciss.nireblog.com/post/2008/10/11/jovens-bruxas#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 04:32:32 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>A Origem Da Bruxaria</title>
	<link>http://laddyprinciss.nireblog.com/post/2008/10/11/a-origem-da-bruxaria</link>
	<guid>http://laddyprinciss.nireblog.com/post/2008/10/11/a-origem-da-bruxaria</guid>
		<description><![CDATA[<p><font face="Comic Sans MS" size="7" color="#ff8000"><em><u>A Origem Da Bruxaria<font size="4"><br /> </font></u></em></font><font size="4"><br />
<p align="left">
</p>
<p> <img src="http://br.geocities.com/sarahavivit/campo.gif" alt="" width="300" height="225" /></font><font face="Comic Sans MS" size="5" color="#ff8000">***SOCIEDADE MATRIFOCAL***</font><font size="4"><br /> </font><font size="4"><font face="Comic Sans MS" size="4" color="#ff8000"><strong>"Falar em origem da Bruxaria é o mesmo que retornar ao inicio da humanidade, quando os seres humanos começaram a despertar a sua percepção para os mistérios da vida e da natureza.<br /> Como afirmam a maioria dos antropólogos, o ser humano habita este planeta há mais de 2 milhões de anos. Mais de 3 quartos deste tempo a nossa espécie passou nas culturas de coleta e caça aos pequenos animais. Nessas sociedades não havia necessidade de força física para sobreviver, e nelas as mulheres possuíam um lugar central.<br /> As mais antigas obras de arte que representam figuras humanas são de mulheres,mães. Datando de 35.000 a 10.000 anos antes da era cristã, e descobertas pôr toda a Europa e na África, essas estatuetas de "Vênus",chamadas assim pêlos arqueólogos, mostram a plenitude de formas da maternidade e a maturidade da natureza feminina.
<p>Desde os tempos neolíticos, a prática da Bruxaria sempre girou em torno de rituais simbólicos que estimulam a imaginação e alteram a consciência. A primeira demonstração de arte devocional foram as Madonas Negras, encontradas em cavernas do período Neolítico, então as deusas da fertilidade foram os primeiros objetos de adoração dos povos primitivos. Assim, rituais de caça, experiências visionárias e cerimônias de cura sempre tiveram lugar no fértil contexto dos símbolos e metáforas de cada cultura. Vale a pena ressaltar que nos vários sítios paleolíticos associados a imagem da Deusa foram encontrados entre eles, Laussel, Angles-sur, Cogul, La Magdaleine e Malta, só para citar alguns.<br /> No período neolítico, Catal Hüyük é um dos primeiros e mais claramente sítios matriarcais (cerca de 6.500 - 5.700 a.C) escavados. Os vários santuários decorados com figuras da deusa-mãe e seu filho-amante não fornecem dados que apontem para o sacrifício humano ou animal, não há altares, fossas para sangue e depósitos secretos para os ossos. Nem tampouco os templos da Deusa em Marta e na Sardenha, as galerias escavadas e os círculos de pedras dos construtores megalíticos ou os sítios de Creta, apresentam qualquer evidência de que seres humanos foram em qualquer época, ritualmente assassinados. Onde o sacrifício humano é visto claramente - por exemplo, nos túmulos sagrados da cidade suméria de Ur, onde cortejos inteiros acompanhavam o rei para a morte - ele está associado a cultura já vinculada ao patriarcado.</p>
<p> <img src="http://br.geocities.com/sarahavivit/enfeitefloresazuis.gif" alt="" width="448" height="23" />
<p>Nas cavernas também foram encontradas milhares de desenhos, dentre estes desenhos muitos mostram os homens caçando, e as sua presas já mortas. Com isto supomos que uma certa magia também ali já era aplicada, com a intenção de aprisionar nas paredes das cavernas a alma do animal a ser caçado, fazendo com isto que a caça fosse mais fácil.<br /> Assim, inúmeras provas arqueológicas, históricas e antropológicas, estátuas de deusas, costumes funerários, pinturas rupestres de mulheres dando à luz, o recém nascido ainda ligado à mãe pelo cordão umbilical, tudo isto nos faz crer que os nossos ancestrais entenderam a íntima conexão entre o Poder Feminino e o Poder da Terra. Mais a frente, outros povos que dependiam da caça para sobreviver, originaram o culto ao Deus dos Animais e da fertilidade, também conhecido como Deus Cornífero. Os chifres sempre representaram a fertilidade, coragem e todos os atributos positivos da energia masculina, representando também a ligação com as energias cósmicas. A mulher era a fonte da vida, os ciclos decorrentes da mulher era a fonte da vida. O grande mito do eterno retorno era o mito repetidamente interpretado no ciclo vital de todas as mulheres, em cada gravidez que produzia uma nova vida humana, e na misteriosa hemorragia que ocorria com cada lua e parava quando o ventre retinha seu sangue e ficava cada vez mais cheio, como a lua crescente. Ao identificarem tão estreitamente a mulher com a Terra, e a Terra com poderes divinos, os nossos ancestrais consideraram razoável supor que o poder divino que presidia à criação era feminino. Assim a Velha Religião, com sua forte perspectiva matrifocal ou matricentral como queiram, era uma religião de êxtase, pôr isso nos parece que as experiências de êxtase religioso eram a norma para as culturas pré-cristãs. E assim devem ter sido em religiões que se centravam na experiência da mulher.<br /> Há cerca de 100 séculos antes de Cristo, os povos se organizavam em sociedades centradas na figura da mulher, cujas características principais eram a ausência de fortificações militares e de armas, - as que existiam eram pequenas e usadas somente para defesa - a ausência de guerras organizadas e de estrutura política burocrática. Nessas sociedades, as famílias eram extensas, semelhantes a clãs, governadas pôr mães e não havia escravos. Os laços de sangue, linhagem, parentesco e direito de propriedade eram transmitidos através das mães.<br /> Nos grupos matricêntricos, as formas de associação entre homens e mulheres não incluíam nem a transmissão do poder nem da herança, por isso a liberdade em termos sexuais era maior. Por outro lado como já dissemos, não existia guerra, pois não havia pressão populacional pela conquista de novos territórios.<br /> Refletindo a sociedade, os sistemas religiosos primitivos também eram centrados na figura de Deusas-Mãe que simbolizavam a fertilidade do solo, dos animais e dos seres humanos. As divindades femininas presidiam ainda a variadas atividades comuns àquelas sociedades. Como exemplo, podemos citar a deusa Asherah, "Senhora da Marcenaria e da Carpintaria" da antiga mitologia da região de Canaã. Essas sociedades centradas na mulher eram pacíficas, tolerantes, sustentadoras da vida, baseadas na confiança, nelas, o comportamento violento e destrutivo era desencorajado. Foram as mulheres dessas sociedades que inventaram a agricultura, a cestaria, a cerâmica, a olaria, a metalurgia, as técnicas de processamento, armazenagem e preservação de víveres, eram ainda as guardiãs do fogo, as ervanárias e farmacologistas e as curandeiras oficiais e primeiras médicas. A atividade masculina se restringia à caça, cuja base é a imitação e observação silenciosas.<br /> Provavelmente, foram as mulheres que criaram a linguagem, propiciando assim terreno para o desenvolvimento e aprimoramento da inteligência. Nesses grupos, a mulher era considerada um ser sagrado, porque podia dar a vida e, portanto, ajudar a fertilidade da terra e dos animais. Nesses grupos, o princípio masculino e o feminino governavam o mundo juntos. Havia divisão de trabalho entre os sexos, mas não havia desigualdade. A vida corria mansa e paradisíaca.<br /> Os antropólogos também observaram que nesses tempos remotos, o papel masculino na concepção não era compreendido. Isso somente veio a acontecer em torno dos anos 5.000 a 3.000 antes da Era Cristã. Como a mulher não fica grávida em todo ato sexual, e só vem saber que está grávida depois de dias ou semanas, a conexão entre atividade sexual com machos e concepção não era óbvia. Por muitos séculos e séculos o homem, inocentemente, pensou que a mulher engravidasse dos deuses. Na verdade os homens se sentiam marginalizados nesse processo e invejavam as mulheres. Essa primitiva "inveja do útero", dos homens é a antepassada da moderna "inveja do pênis" que sentem as mulheres nas culturas patriarcais mais recentes.<br /> Ao contrário da mulher, que possuía o "poder biológico", o homem foi desenvolvendo o "poder cultural" à medida que a tecnologia foi avançando. Enquanto as sociedades eram de coleta, as mulheres mantinham uma espécie de poder, mas diferente das culturas patriarcais. Essas culturas primitivas tinham de ser cooperativas, para poder sobreviver em condições hostis, e portanto não havia centralização, mas rodízio de lideranças, e as relações entre homens e mulheres eram mais fluidas do que nas futuras sociedades patriarcais.<br /> Na sociedade de Creta as mulheres exerciam as mais diversas profissões, sendo desde sacerdotisas até chefes de navio. Platão conta que nesta sociedade, a última matrifocal de que se tem notícia, toda a vida era permeada por uma ardente fé na natureza, fonte de toda a criação e harmonia."</p>
<p><img src="http://br.geocities.com/sarahavivit/enfeitefloresazuis.gif" alt="" width="448" height="23" /></p>
<p> <strong>INFLUENCIA CELTA</strong><br />
<p align="center">  </p>
<p> Como você viu no texto anterior, presumimos que a Wicca tenha surgido no período Neolítico, em várias regiões da Europa, onde hoje se localiza a Irlanda, Inglaterra, País de Gales, Escócia, indo até o Sudoeste da Itália e a região da Britãnia na França.<br /> Quando os Celtas invadiram a Europa,quase mil anos antes de Cristo, trouxeram suas próprias crenças, que ao se misturarem às crenças da população local, originaram o sistema que deu nascimento à Wicca. Na Antigüidade, a Irlanda foi ocupada pelos Celtas, vindos do continente, os quais sobrepujaram os habitantes pré-históricos, estabelecendo assim, ordem na ilha e impondo a religião e a língua. Em toda a Irlanda, os monolitos, os dólmas e as pedras esculpidas testemunham a existência da antiga religião druídica, sendo que o idioma gaélico permaneceu como língua nacional.<br /> Com a rápida expansão do povo celta, a religião druídica foi levada para regiões onde se encontram Portugal, Espanha e Turquia. Embora a Wicca tenha se firmado entre os Celta, é importante lembrarmos que a Bruxaria é anterior a eles. Mas este povo foi o mantedor da tradição.<br /> O Panteão Celta, isto é, o conjunto de Deuses e Deusas dessa cultura é hoje o mais utilizado nos rituais Wicca, embora possamos trabalhar com qualquer panteão, desde que conheçamos o simbolismo correto, e não misturemos os panteões num mesmo ritual.<br /> A sociedade Celta era Matrifocal (o nome e os bens da família eram passadas de mãe para filha). Homens e mulheres tinham os mesmos direitos, sendo a mulher respeitada como Sacerdotisa, mãe, esposa e guerreira, participando das lutas ao lado dos homens.<br /> Os Celtas foram um povo, cuja origem se situa na Europa Central, embora parte da mais numerosa saga de invasão indo-européia. Durante os 600 anos seguintes, os celtas chegaram a Portugal, Espanha, França, Suíça, Grã-Bretanha e Irlanda, e também tão longe como a Grécia e a Galácia.<img src="http://br.geocities.com/sarahavivit/enfeitefloresazuis.gif" alt="" width="448" height="23" />Nas sociedades célticas, as monarquias hereditárias eram matrilineares. Chefes do sexo masculino eram eleitos temporariamente. As mulheres serviam como advogadas, juízas, filósofas, médicas e poetas. Rapazes e moças estudavam juntos em academias, os professores eram usualmente mulheres. As mulheres detinham o equilíbrio de poder nos conselhos tribais e não era raro comandarem exércitos no campo de batalha. De fato, o treinamento apropriado de guerreiros do sexo masculino incluía a instrução por guerreiras famosas da época, cujas reputações heróicas tinham sido adquiridas por seu valor e por sua bravura. As mulheres celtas não eram fracas ou baixas. Descrições indicam que, fisicamente, muitas delas eram da mesma estatura e compleição dos homens.<br /> As mulheres celtas podiam herdar propriedades e títulos que lhes correspondiam, uma mulher podia celebrar contratos legais independente do marido, podiam comparecer em juízo e instaurar processos contra homens, uma mulher podia escolher o seu marido ( a maioria dos povos circunvizinhos permitia unicamente que o homem escolhesse uma esposa), as mulheres não se tornavam legalmente parte da família do marido, maridos e mulheres gozavam de status igual no casamento, os casamentos tinham duração de um ano, quando podiam ser renovados se houvesse mútuo consentimento, o divórcio requeria também a concordância de ambas as partes, as filhas herdavam em igualdade de condições com os filhos varões. Uma mulher divorciada retinha suas propriedades , mas o dote, o qual, no sistema legal Brehon, era requerido tanto do marido como da mulher ( consistia usualmente em bois, cavalos, escudos, lanças e espadas). A esposa também podia exigir de um terço à metade da riqueza do marido.<br /> O sexo não era encarado em rígidos termos moralistas, uma mulher não era "culpada" de adultério se tivesse relações sexuais extraconjugais. Mais tarde a igreja cristã combateu essas leis e muitos outros costumes célticos referentes às mulheres, sobretudo o direito ao divórcio, a herdar propriedades, portar armas e a exercer a profissão médica.
<p>No continente foram vencidos pelos Romanos, continuando contudo a manter certos traços fundamentais da sua cultura, mas nas Ilhas Britânicas a invasão romana parou na Muralha de Hadriano, mantendo os Celtas, em especial na Irlanda, toda a sua autonomia e herança cultural. É pois na Irlanda e no País de Gales que ainda hoje podemos ir em busca do pensamento e religião de nossos antepassados Celtas. Muita da informação que até hoje nos chegou vem de escritores romanos como Estrabão e César, que apesar de não serem fontes isentas nos transmitem algumas idéias acerca da sociedade céltica.<br /> Assim, ficamos a saber que os Druidas Gauleses ensinavam aos guerreiros que a morte não era mais que uma passagem, e pôr isso os celtas, apesar de excelentes metalúrgicos (dos primeiros a dominar o ferro) e portanto bem armados se aventuravam nus ou quase, para os campos de batalha, apenas com as suas pinturas azuladas e numa dança furiosa (o que os romanos chamavam de furor galicus). Na Irlanda, cria-se que, depois de morto, se ia para "Tir na nog" ( A Terra da Juventude), onde nada envelhecia e onde era sempre primavera. De fato não se encontra nos Celtas vestígios do pecado ou do mal, a não ser enquanto conduta que prejudicava o interesse de outrem.<br /> Os Deuses dos Celtas são muitos e não sofreram o processo de racionalização que sofreram os panteões Grego, Romano e Nórdico. Assim, não existe a tradicional rigidez de casais de Deuses com seus respectivos filhos. É muitas vezes difícil estabelecer ligação entre Deuses, devido a essa ligação não ser óbvia ou aparente.</p>
<p>Em todo o caso, consegue-se aperceber as ligações existentes entre os Deuses dos Celtas Irlandeses, Gauleses e Continentais, pois apesar dos nomes divergirem, há uma série de princípios mitológicos e arquétipos psicológicos que se repetem consistentemente, sendo pôr isso possível falar numa Civilização Céltica, sem esquecer das diferenças regionais existentes.<br /> Vemos, portanto, que na Irlanda existe um relato acerca da povoação da Ilha que é a mais consistente informação escrita, e também a mais extensa, acerca da vida social dos Celtas mas também da sua visão religiosa do mundo e do Universo. Através do Lebor Gabala (o Livro das Invasões) ficamos a saber que vagas sucessivas - Fir Bolg, Filhos de Mil - acabam por guerrear com os Tuatha De Dannan (O Povo da Deusa Danu) estabelecendo os Milesianos com eles um acordo: a superfície povoam-na eles, enquanto os Tuatah De Dannan vão para o subsolo e serão adorados como Deuses. Assim acontece, e são erigidos menires e outros monumentos ao Tautha De Dannan, onde figuram Danu, A Deusa-Mãe, Nuada-O-Braço de-Prata, Dagda o-Deus-Bom, Lugh O-do-Braço-Longo e muitos outros, A concepção dos Gaélicos (Celtas Irlandeses) do Mundo é quadripartida, com as quatro direções unidas por um centro mágico.</p>
<p>No País-de-Gales as lendas de Ceridwen e Taliesin são as mais conhecidas, pois o Caldeirão de Ceridwen da Inspiração e Ressurreição são idéias fundamentais das lendas galesas, mas as Crônicas do Rei Artur, apesar de terem sido cristianizadas, têm um fundo bem assente nas lendas e raízes dos Celtas.<br /> O Neo-Druidismo, que reapareceu durante o movimento Romântico do Século XVIII, foi durante muito tempo patriarcal e com fortes ligações à Maçonaria, ao contrário da Wicca, que conserva muito das idéias, Deuses e simbologia dos Antigos Celtas, foi uma via aceita pelo sistema, pois não era pagã - na verdade, a maior parte dos membros eram cristãos.<br /> Durante o ressurgimento neo-pagão dos anos 50, onde a Wicca foi a vanguarda, muitos grupos neo-druídicos começaram a afirmar-se como pagãos e seguidores dos Antigos Caminhos.<br /> Existem várias Ordens Druídicas, sendo a Ordem do Bardos, Ovates e Druídas (OBOD), sediada na Inglaterra, uma das mais conhecidas internacionalmente.<br /> Em resumo pudemos verificar que os celtas eram, na verdade, um conglomerado de indivíduos de origens diversas, reunidos numa civilização única, sobre um território que se estendia da atual Boêmia à Irlanda. Toda a sociedade celta era estruturada a partir de sua religião, não no sentido restrito que o termo possui para nós atualmente, mas no sentido de cosmovisão. Era uma sociedade desenvolvida e com uma literatura própria, que embora não fosse escrita, era cantada e declamada, fazendo parte dos ensinamentos dos poetas e poetisas que compunham a classe religiosa.</p>
<p><img src="http://br.geocities.com/sarahavivit/enfeitefloresazuis.gif" alt="" width="448" height="23" /></p>
<p> A sociedade celta sempre reservou à mulher um lugar de honra, e nos melhores momentos irlandeses - épicos ou mitológicos - lá onde o paganismo se manteve mais forte, ela aparece como poetisa encarregada das profecias e mágicas. Era livre, dona de seu destino. Mas, com a romanização e a cristianização, foi transformada em bruxa, sendo-lhe imputados todos os aspectos inferiores da magia.<br /> Pertencia, porém, em um certo tempo, à uma sociedade de transição entre o matriarcado - onde a mulher era vista por sua função criadora, como um ser mágico, uma divindade - e o patriarcado - onde o homem, ciente de sua participação ativa no ato da fecundação, passa de inferior ou igual à superior à mulher.<br /> A romanização que atingiu a Gália e parte da Grã-Bretanha e a cristianização que dominou os territórios celtas, além de promoverem o desaparecimento do druidismo, também fizeram com que a função que a mulher exercia na classe religiosa se perdesse para a história. Os textos que falam sobre os celtas, vale ressaltar, só foram compilados após a cristianização, época em que a mulher já havia perdido quase todo o seu prestígio.<br /> Se foi o pagão celta que o cristianismo pretendeu salvar, podemos perceber o quanto a mulher perdeu com isso, e como a condição feminina se deteriorou em todos os planos. Como se não bastasse a anulação total da mulher no plano jurídico, pelo direito romano, o cristianismo, no plano social, impediu as mulheres de exercerem funções elevadas e, no plano cultural, transformou a antiga fada, a mãe divina e sábia, a sedutora, em figura perigosa.</strong>
<p><img src="http://br.geocities.com/sarahavivit/enfeitefloresazuis.gif" alt="" width="448" height="23" /></p>
<p> <strong>INVASÕES ROMANAS Quando os Celtas invadiram a Europa, quase mil anos antes de Cristo, trouxeram suas próprias crenças, que ao se misturarem às crenças da população local, originaram o sistema que deu nascimento à Wicca.<br /> Com a rápida expansão do povo celta, a religião druídica foi levada para regiões onde se encontram Portugal, Espanha e Turquia. Embora a Wicca tenha se firmado entre os Celta, é importante lembrarmos que a Bruxaria é anterior a eles. Mas este povo foi o mantenedor da tradição, assim é importante que conheçamos pelo menos, o rudimento de seu pensamento e cultura. Na antiguidade, a Irlanda foi ocupada pelos Celtas, vindos do continente, os quais sobrepujaram os habitantes pré-históricos, estabelecendo ordem na ilha, e impondo a religião e a língua. O culto da Grande - Mãe e do Deus Cornífero predominaram nas regiões da Europa dominadas pelos Celtas (que adotaram vários aspectos da Antiga Religião, incorporando-os aos mistérios druidas); até a chegada dos romanos, que praticamente dizimaram as tribos Celtas.
<p>Porém podemos ressaltar aqui que a Irlanda não conheceu a conquista romana: somente no século V d.C. São Patrício, vindo de Gales, levou à ilha, com a religião cristã, também a civilização européia: igrejas e mosteiros surgiram, desde então, em toda parte do país, e floresceram por muitos séculos. No século VIII, a Irlanda foi ocupada pelos Dinamarqueses e depois, no século XII, Henrique II da Inglaterra invadiu a Ilha e dividiu as terras entre os seus barões.</p>
<p> </strong><img src="http://br.geocities.com/sarahavivit/enfeitefloresazuis.gif" alt="" width="448" height="23" />QUEM ERAM OS DRUIDAS?<br />
<p align="center">  </p>
<p> Os druidas, até onde o sabemos, eram sacerdotes celtas que possuíam poderes paranormais, eram adeptos das artes mágicas e que lançavam mão de seus feitiços e encantamentos para apaziguar os deuses, controlar os elementais da natureza e promover a fertilidade. Eles conheciam bem a astrologia, a medicina e a psicologia. Acreditavam na indestrutibilidade da matéria, na imortalidade da alma e na metempsicose (reencarnação).<br /> Nenhum aspecto da vida social, política, intelectual e religiosa dos antigos celtas excluía a presença e os ensinamentos druidas. Os druidas eram o centro da sociedade celta. Detinham todos os poderes e segredos desta. Eram o elo em torno do qual se articulavam os fatos e os gestos destes povos pouco conhecidos até hoje e que foram denominados celtas.<br /> Nenhum povo europeu possuiu tão arraigado sentimento de imortalidade, justiça e liberdade, como os gauleses. Por longo tempo foram considerados bárbaros, injustamente. Como eram conhecidos apenas por intermédio de escritores romanos e cristãos, era interessante desacreditarem tal povo, desfigurando-lhes a crença. César foi um deles. Em "Comentários" cometeu erros propositados, e deliberadamente narrou inexatidões ao descrevê-los, com clara intenção de exaltar-se ante a posteridade. Os cristãos os viam como sanguinários e violentos, e encontravam em seus cultos unicamente práticas grosseiras.<br /> Realmente, não podemos negar que a princípio, usavam sacrifício humano. Este, todavia, na maior parte decorria de execuções judiciárias. Os druidas, juizes e executores ofereciam aos sentenciados em holocausto aos deuses. Cinco anos separavam a sentença da execução da mesma. Em períodos de calamidade, vítimas voluntárias se ofereciam à expiação.<br /> No tempo dos Césares, esta prática que tanto denegriu sua imagem, já havia sido extinta, enquanto nos dias de hoje, muitos países civilizados adotam ainda a pena de morte.<br /> Apesar do preconceito dos cristãos, Lucano, em Farsálias, revela terem sido os gauleses depositários dos mistérios da vida e da morte. É desconhecido o fundador da religião druídica e o autor dos Livros Sagrados, as Tríades.
<p>Os principais sacerdotes e sacerdotisas dos celtas eram os druidas. A palavra druida é derivada do grego dryad, um "espírito da natureza" ou ainda "ninfa do carvalho". O saber druídico era ensinado oralmente e, por conseguinte, não existem relatos escritos de seus ensinamentos, mas investigações.<br /> Embora a religião gálica seja conhecida por druidismo, e nos dicionários conste o termo druida como seu sacerdote, a instituição dos druidas não se constituía em corpo sacerdotal. Esse título equivalia ao de sábio.<br /> Alguns, sob a denominação de Eubage, presidiam as cerimônias religiosas. A maioria entretanto, dedicavam-se à educação dos jovens, a práticas políticas e judiciais, ao estudo das ciências e das letras. Segundo a doutrina contida nas Tríades:<br /> "Há três Unidades Primitivas: Deus, a Luz e a Liberdade.</p>
<p>Três Unidades de Deus: Ser Infinito em Si Mesmo; Ser Finito para com o Finito; e estar em relação com cada estado das existências no círculo dos mundos". Eis a Trindade Divina. Explicava ainda, que a alma gera-se no seio do abismo - anoufn - onde reveste as formas rudimentares de vida e só adquire consciência e alcança a liberdade depois de permanecer por muito tempo imersa em instintos primários.</p>
<p>Pelo ensinamento das Tríades, cantado por Taliesino, parece não haver nessa religião a crença na origem divina da alma. Tampouco encontra-se qualquer referência ao descanso vibratório, vez que reportam-se ao nascimento do espírito já no plano material. Os druidas acreditam em reencarnação baseados em fontes clássicas, "....A alma dos homens é imortal, e depois de um definitivo número de anos ele vive uma segunda vida quando a alma passa para outro corpo". A principal doutrina que eles buscam ensinar é que a alma não morre, mas depois passa para outro corpo.<br /> A ascensão evolutiva de reino a reino e posterior aprimoramento do ser humano até a angelitude, no entanto, mostram-se iguais as demais religiões.<br /> Os druidas pregavam que em sua longa peregrinação, a alma percorre três círculos, que correspondem a três estados sucessivos. No afinou, onde se origina, período mais primitivo, imersa na matéria, sofre o jugo da animalidade. Em seguida penetra no abred, círculo das migrações que povoam os mundos das experiências e dos sofrimentos, quando mais depurada, completa seu aprendizado em diversos orbes. A Terra é um deles e a alma nela reencarna muitas vezes. A custa de incessante luta liberta-se das influências materiais, livrando-se da roda das encarnações. Continua sua jornada em Gwynfyd, círculo dos mundos venturosos ou da felicidade, completamente despojada de anseios e sentimentos terrenos. Além dessas duas regiões, encontra-se o Ceugat, círculo do Infinito, morada da Essência Divina, que engloba todos os outros.<br /> A doutrina druídica confere grande importância à recordação de vidas anteriores. Condiciona a conquista da plenitude ao pleno desabrochar do Amor e do Saber, como nas demais religiões. Ensina ainda, não ser o homem joguete da fatalidade, nem gozar de favoritismo, explicando que cada um prepara e edifica o próprio destino.</p>
<p>Eis a Lei do Carma com todas as suas conseqüências e implicações. Pelos ensinamentos das Tríades constata-se que apesar do objetivo do ser humano ser a Perfeição para unir-se a Deus, não representa, como em outras religiões, o retorno à origem, mas tão só uma jornada que conduz ao Ser Supremo. É apenas o final de uma partida e não a viagem de regresso. Conforme Lucano em Farsálias: " As almas não se sepultam nos sombrios reinos do Erebo (inferno), mas voam a animar outros corpos em novos mundos. A morte não é senão o termo de uma vida; daí seu heroísmo no meio de sangrentos combates, e o seu desprezo pela morte."<br /> Os gauleses consideravam os despojos dos guerreiros simples invólucros gastos, e como tal, indignos de atenção. Por isso os abandonavam insepultos nos campos de batalha, para grande surpresa de seus inimigos. Tal atitude, considerada bárbara pelos romanos, que desconheciam suas crenças e a maneira como encaravam a morte: como simples emigração. Possuíam tanta convicção de voltarem a viver nos mundos que turbilhonam pelo infinito que emprestavam dinheiro para ser pago em encarnação futura.</p>
<p>Essa doutrina viril conferia-lhes coragem, tanto que os fazia caminhar para o campo de batalhas com completo desprezo pelo fim que os aguardava, com total desapego da vida física. Lutavam de peito nu e achavam covardia proteger-se com couraças ou usar de artimanhas guerreiras. Por entenderem sabiamente a morte, não a temiam. A comemoração dos mortos é de iniciativa gaulesa. No dia correspondente hoje ao 1º de novembro, celebravam a festa dos espíritos, não nos cemitérios, pois não davam qualquer valor ao corpo físico, mas em cada lar, onde os bardos e os videntes evocavam as almas de seus mortos queridos. Fora o "Livro Sagrado", nenhum outro ensinamento foi escrito, para não ser desvirtuado ou materializado por imagens. Transmitiam-no oralmente aos iniciados para que o guardassem de memória, e aos bardos para que os preservassem em seus cânticos. Utilizavam-se de todos os recursos extra-sensoriais como forma de auxílio na vida cotidiana. As druidesas proferiam oráculos, os magos utilizavam-se da magia e os médiuns e videntes correspondiam-se com os espíritos, através de suas faculdades paranormais.<br /> Eis aqui alguns princípios básicos da filosofia druídica:</p>
<p>Em primeira linha, a unidade de Deus. O Deus dos Celtas tinha pôr templo o infinito dos espaços, ou as guaridas misteriosas dos grandes bosques e era, acima de tudo, força, vida, amor. Os mundos que marchetam as regiões etéreas são as estações das almas, na ascensão para o bem, através de vidas sempre renascentes, vidas cada vez mais belas e felizes, segundo os méritos adquiridos. Íntima comunhão une os vivos da Terra aos defuntos invisíveis, mas presentes. Este preceito enriquece o espírito de superiores noções sobre o progresso e a liberdade. Graças a ele, o Celta introduziu no mundo o gosto pelo ideal, coisa que jamais conheceu o Romano, amante das realidades positivas.<br /> O Celta é inclinado às noções nobres e generosas. Da guerra, aprecia a glória, não o proveito. Pratica a abnegação, despreza o medo e desafia a morte.<br /> Possuíam deidades próprias, não de modo politeísta, mas como entidades de diversos graus evolutivos, prepostos de um Deus único, que os ajudavam quando a elas recorriam. Teutatés, Esus e Gwyon representavam a força, a luz e o espírito, no panteão gaélico, mas acima deles pairava a Unidade do Deus Supremo.<br /> Realizavam os rituais em céu aberto: clareiras, florestas, ou junto a penedias. Amavam e cultuavam a natureza, da qual se utilizavam para simbolizar os Princípios Divinos, razão de terem sido julgados animistas por muito tempo. Erguiam seus altares com pedras brutas, considerando que a pedra lapidada seria profanada por ter contato com o homem.<br /> Nenhum objeto feito pela mão humana adornava seus santuários. O carvalho representava Deus, Eterna Fonte de Vida; o visco que nele crescia, (sem no entanto com ele se confundir), figurava o espírito imortal do homem.</p>
<p>Acreditavam ser as charnecas e bosques povoados de seres imateriais e almas errantes, à procura de novas encarnações. Chamavam-os de Duz e Korrigans.<br /> Infelizmente com a conquista romana da Gália e da Bretanha - onde também vicejava essa religião - e posterior difusão do cristianismo, os mistérios druídicos foram degenerando, quase nada restando deles, na Europa, ao irromper da Idade Média. O druidismo como pudemos ver engendrou uma sociedade subversiva através de sua força e poderes espirituais. Foi e ainda é considerada, como uma das mais ricas manifestações espirituais do Ocidente. Deixou seus legados nas artes, ciência, filosofia e religião. Mas infelizmente formavam uma organização religiosa e social que não pôde sobreviver à conquista estrangeira e à cristianização.<br /> Os celtas, e conseqüentemente o druidismo, não tinham necessidade de uma unidade política, porque possuíam uma unidade religiosa e lingüística, bem como uma consciência de origem comum. Porém, apenas isto não bastou para vencer os conquistadores. Também como percebemos o druidismo, desapareceu apenas como instituição, mas sobreviveram seus ensinamentos, a sua mentalidade, o seu pensamento e as suas crenças. Ainda vive em nós o gosto druídico pela aventura, pelo desconhecido que, incluindo o risco sob todas as formas, impulsiona o homem a ir sempre diante.<br /> O druidismo sobreviveu refugiado nas florestas e continuou sendo praticado e, pela tradição oral foi, transmitido de geração em geração.</p>
<p>Pode ser a mais pura fantasia que povoa as nossas mentes... porém, só isto já nos mostra que esta é uma chama que ainda não se apagou. A feitiçaria européia parece ter herdado muitas tradições da época dos druidas. A principal delas é, provavelmente, a crença no poder dos círculos mágicos, como receptáculos capazes de captar energias sobrenaturais, a exemplo daquelas usadas nas operações de percepção intra-sensorial.<br /> Tanto os druidas como os feiticeiros europeus acreditavam na reencarnação, reconheciam a importância dos círculos de pedra como centros de força espiritual e celebravam, durante o ano, quatro grandes Sabás, conhecidos como a "Grande Roda do Ano" ou a "Mandala da Natureza".<br /> Investigações contemporâneas sugerem a existência de uma linha virtualmente ininterrupta de práticas mágicas desde os primitivos mistérios driádicos e manifestando-se finalmente nos esconjuros e sortilégios daquelas que mais tarde viriam a ser chamadas "feiticeiras" ou "Bruxas".<br /> As sacerdotisas druidas da Grã- Bretanha estavam divididas em três classes. A classe mais alta vivia em regime de celibato em conventos. Essas irmandades alimentavam as fogueiras sagradas da Deusa e foram assimiladas na era-cristã como monjas. As outras duas classes podiam casar e viver nos templos ou com os maridos e famílias. Eram servas acolhidas nos ritos sagrados da Deusa. Com o advento do cristianismo, foram chamadas "Bruxas".</p>
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</p>
<p><a href="http://laddyprinciss.nireblog.com/post/2008/10/11/a-origem-da-bruxaria#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 04:29:58 +0100</pubDate>	</item>
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	<title>As Bruxas...</title>
	<link>http://laddyprinciss.nireblog.com/post/2008/10/11/as-bruxas</link>
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		<description><![CDATA[<p><strong><font size="6">Você saberia indentificar uma delas?</font></strong> <img src="http://br.geocities.com/sarahavivit/fundos/azul.gif" alt="" width="345" height="277" /><font face="Comic Sans MS" size="5" color="#ff80ff">Quem eram e quem são as Bruxas de hoje?</font><font face="Comic Sans MS" size="5" color="#ff80ff"> <font face="Comic Sans MS" size="4" color="#ff80ff">As Bruxas eram e ainda são mulheres sábias.<br /> Agora existe uma pequena Feiticeira em cada mulher.<br /> As Bruxas conheciam tudo sobre flores e ervas,sabiam como usar todas as raízes e sementes.<br /> Quando as pessoas ficavam exaustas de tanto trabalho,elas faziam com que se sentissem melhor, de várias maneiras.<br /> Quando as mulheres tinham filhos, eram as Bruxas que estavam lá, para ajudá-las e segurá-las, e dar-lhes carinho.<br /> As Bruxas conheciam histórias sobre o começo da vida.<br /> Você desejaria ser um delas?<br /> Bem, talvez seja possível!<br /> Alguns pensavam que as Bruxas eram más,outros temiam o seu poder.<br /> O poder de ajudar, de sarar e curar<br /> Ser Bruxa é não temer nada...<br /> e ao mesmo tempo compartilhar tudo... </font><font face="Comic Sans MS" size="4" color="#ff80ff">
<p>"Ser uma Bruxa é ter a Força dos Céus,<br /> A Luz do Sol<br /> O Brilho da Lua<br /> O Resplendor do Fogo<br /> A Presteza do Vento<br /> A Profundidade do Mar<br /> A Estabilidade da Terra e a Firmeza de uma Rocha."</p>
<p><img src="http://br.geocities.com/sarahavivit/fundos/brubol.gif" alt="" width="112" height="200" /></p>
<p> <font face="Comic Sans MS" size="7" color="#ff80ff"><strong>Descobrindo-se Bruxa<font size="5"><br /> </font></strong></font><font size="5"><font face="Comic Sans MS" size="4" color="#ff80ff"></font><font face="Comic Sans MS" size="4" color="#ff80ff"><strong><img src="http://br.geocities.com/sarahavivit/fundos/deusa2.gif" alt="" width="144" height="144" />
<p>"A manifestação da Deusa... envolve a criação de um novo espaço, no qual as mulheres são livres para serem o que são... Seu centro é o limite das instituições patriarcais... seu centro é a vida das mulheres que começam a se libertar rumo à totalidade. O ingresso em um novo espaço... também envolve entrar em um novo tempo... o centro do novo tempo está no limite do tempo patriarcal... é a nossa vida. É qualquer momento que estejamos vivendo fora de nossa sensação de realidade, recusando-nos a sermos possuídas, dominadas e alienadas pelo sistema patriarcal de tempo linear, delimitado e quantitativo." Mary Daly</p>
<p>Uma Bruxa não se torna Bruxa de uma hora para outra, ela nasce Bruxa. Assim, partindo deste princípio de que somos Bruxas desde que nascemos, com o passar dos anos e o desenvolvimento de nossa capacidade intelectual e emocional é comum se iniciar as experiências mágicas ou seja, o recebimento de conhecimentos não acessíveis às outras pessoas através dos canais normais de informação. Infelizmente estes conhecimentos por muitas vezes confundem e excitam as crianças e adolescentes, pois na maioria das vezes quando somos crianças ouvimos dos nossos pais e professores, a reprovação da magia. Com o nosso desejo de agradá-los aceitamos sua visão de mundo, segundo os quais os poderes mágicos são errados, perigosos ou simplesmente inexistentes.<br /> Geralmente as experiências mágicas na infância e adolescência se dividem em quatro categorias: cura de outras pessoas com ervas; fórmulas mágicas e toques; estados alterados de consciência e comunicação com espíritos.<br /> Porém algumas crianças são afortunadas e nasceram em famílias onde as aptidões psíquicas são entendidas, aceitas ou até encorajadas. Quando têm experiências "estranhas", seus pais tranqüilizam-nas, assegurando-lhes que nada há de errado nelas, estas crianças aprendem a esperar tranqüilamente o inesperado e a não limitar seus conhecimentos ao que lhes é passado através dos cinco sentidos.<br /> Assim, desde a nossa infância muitos talentos considerados diferentes, se perdem com o passar dos anos. Muitas crianças conseguiram reter em suas vidas estas experiências e de uma forma ou de outra as desenvolveram ainda mais com o passar dos anos; enquanto que outras crianças as perderam...<br /> Muitas Bruxas modernas remontam seus primeiros encontros com a magia, quando sua inocência e capacidade de maravilhar-se eram comparáveis às dos nossos mais primitivos ancestrais. De fato, mesmo quando reconhecida mais tarde, a magia, enche-nos de uma sensação de temor e espanto quando irrompe em nossas vidas. Porém nós Bruxas nunca nos esquecemos da verdade básica acerca da criação: a Terra e todas as coisas vivas compartilham da mesma força vital, tudo é composto de Inteligência Divina. Sabemos que a vida é toda ela uma teia de seres interligados, e estamos entrelaçados nela como irmãs e irmãos do Todo. Se fizermos um exercício de memória, e tentarmos nos lembrar da nossa infância com mais detalhes, com certeza virá a nossa mente alguma experiência mágica. Por exemplo: Provavelmente lembraremos de um incidente em que soubemos alguma coisa que os outros ignoravam.<br /> Uma ocasião em que o conhecimento veio espontaneamente e intuitivamente.<br /> Talvez tenha lido o pensamento de alguém.<br /> Sabido o que tinha no interior de um presente.<br /> Desejado algo inverossímil que logo se concretizou.<br /> Pode ter sentido um forte parentesco com a natureza.<br /> Um vínculo forte com animais e plantas.<br /> Pode ter visto espíritos, fadas ou gnomos, ou pode até mesmo tê-los escutado durante a noite.<br /> Pode ter sentido um certo poder que lhe chega dos astros.<br /> Sonhos Mágicos, nos quais poderiam estar presentes, gnomos fadas, Deus,etc.<br /> Estas são apenas algumas descrições, dentre muitas outras que podem ter acontecido.<br /> Sabem... essa é uma das perguntas que mais ouço: "Como poderei me tornar Bruxa?", "Como poderei saber se eu tenho o dom?".<br /> A reposta é um tanto difícil... Não que seja algo complicado, mas ás vezes a maneira de responder pode se tornar um tanto antipática e desanimadora aos que estão começando. Então tentarei ser bem sutil, certo?<br /> Quando nós começamos a nos interessar mais pela Wicca, normalmente é porque trazemos dentro de nós o dom; que até aquele determinado momento estava dormindo e que a partir de então começou a ser despertado.<br /> Partiremos do antigo ditado: " O que é, já nasce feito". A maioria das pessoas descobre a Arte (ou esta as descobre) no momento de suas vidas em que mais necessitam dela. Outras sentem-se convocadas, como se durante muito tempo respondessem a um chamamento. Sentem-se conduzidas, algum poder ou força maior do que elas penetra em suas vidas e lhes abre inúmeras janelas. Uma voz chama; elas sentem-se desafiadas a descobrir estados superiores de consciência, os quais estão acima e são mais profundos do que as normas sociais e culturais em que foram criadas e cresceram. Isso a muitas, não é perceptível de início, pois passou anos e anos sendo inconscientemente reprimido.<br /> Agora, se você acha que a Wicca combina com sua maneira de ser, se quer realmente seguir em frente, então estude muito e pratique bastante. A verdade é: Você nunca irá "se tornar" Bruxa. Isso não é possível. Você irá apenas aprender a trabalhar seu dom. Irá também aprender a vivenciar sua condição de Bruxa!<br /> Existe um outro ditado entre nós que diz: "Uma vez Bruxa, sempre Bruxa". Então não se preocupe! Se você realmente tiver o dom, ele irá crescer sem que se perceba, e quando finalmente notar terá a certeza: Sou uma escolhida da Deusa!<br /> Você é uma Bruxa desde o nascimento, mesmo não sabendo disto! Até que um dia, a Deusa sussurra nos seus ouvidos algumas lembranças perdidas no tempo, algumas vontades e conhecimentos esquecidos e assim lhe convida novamente a participar da "Dança Cósmica das Bruxas".<br /> Vou tentar explicar melhor: O Homem, é um ser complexo e dinâmico. Existe e atua como uma unidade em todas as suas dimensões, pessoal, social, cósmica e transcendental, e em todas as áreas, psíquica, física e psicofísica.<br /> Na Dimensão Pessoal ele descobre a sua individualidade exclusiva, suas potencialidades em meio a muitos outros e variados seres, e se conhece como uma personalidade marcada por fatores genéticos, familiares, educacionais, culturais , sociais e religiosos, situado numa circunstância espaço-tempo que não mais se repetirá.<br /> Na Dimensão Social, o ser humano descobre a sua inserção num contexto, em presença de outras individualidades ou personalidades, é um estímulo para o desenvolvimento de relacionamentos enriquecedores.<br /> Na Dimensão Cósmica, a sua existência neste tempo e espaço é um Convite da Deusa a agir de acordo com suas idéias e a deixar o seu sinal pessoal como marca de sua passagem. Depois de aceito este convite ,em uma determinada etapa de sua evolução o Homem se abre ainda para uma realidade que transcende sua dimensão pessoal, social e cósmica, e que o encantará...É a transcendental. Este Homem dimensional atua em várias áreas, psíquica, física e psicofísica, recorrendo a faculdades normais, extranormais e paranormais. Fazendo, com que o Homem seja capaz de agir sobre o mundo exterior tanto através de sua força muscular como de outras forças que aprendera a manipulá-las com o passar do tempo.<br /> Porém, devemos lembrar que a Deusa continuamente nos propõe desafios, mas sabendo que ela está dentro de nós, assim como ao nosso redor, encontramos força para enfrentá-los transformando o medo em poder interior, criando comunidades nas quais podemos crescer, lutar e mudar, chorar as nossas perdas e celebrar os nossos progressos, gerar os atos de amor e prazer que são os nossos rituais. Quando estes desafios acontecem não devemos achar que a Deusa se encontra adormecida e sim presente e renascendo, estendendo suas mãos para tocar-nos novamente. Quando a buscamos, esta revela-se a nós, nas pedras e no solo sob os nossos pés, nas cachoeiras espumantes e nas lagoas cristalinas, nas lágrimas e no riso, no êxtase da alegria e na tristeza, na coragem e na batalha comum, no vento e no fogo. Uma vez que nos permitimos mirar nos seus olhos abertos, não mais podemos perdê-la de vista. Ela nos fita no espelho e os seus passos ecoam cada vez que colocamos os nossos pés no chão. Tente fugir e ela lhe trará de volta. Você não pode ludibriá-la. Ela está em toda parte.<br /> Portanto, não é por acaso que neste momento da história ela ressurge e nos estende as mãos. Por maiores que sejam os poderes da destruição, maiores, ainda, serão os poderes curativos da Deusa. Chame-a de Fortitude, pois ela é o círculo de nascimento, crescimento, morte e regeneração. Nós somos como células de seu corpo, se atendermos ao que há de mais íntimo em nossos corações, não só poderemos ajudar como servir aos ciclos de renovação. Se deixarmos, nossos sonhos e visões guiar-nos com certeza encontremos forças para concretizá-los.<br /> Quando a Deusa-Mãe desperta podemos começar a recuperar o nosso direito inato e original, onde a alegria por estarmos vivos é simplesmente intoxicante. Podemos abrir nossos olhos e ver que não "há de que sermos salvos", nenhuma batalha de vida contra o universo, nenhum deus fora do mundo a ser temido e obedecido; somente a Deusa, a Mãe, a espiral em movimento que nos lança para dentro e para fora da existência, cujo olhar cintilante é o pulsar do ser ( nascimento, morte e renascimento); cujo riso borbulha e atravessa todas as coisas e que somente é encontrada através do amor: amor pelas árvores , pedras, céu e nuvens, flores perfumadas e ondas imensas; por tudo que corre e voa , nada e rasteja em sua face; através do amor por nós mesmos; do amor orgástico de criação do mundo e dissolução da vida pelo outro; cada um de nós único e natural como um floco de neve, cada um de nós a sua própria estrela, seu filho, seu amante, ela mesma...</p>
<p> <img src="http://br.geocities.com/sarahavivit/fundos/moonlight.gif" alt="" width="192" height="168" />
<p>É muito comum as pessoas sentirem a necessidade de dar uma virada nas suas vidas, elas sentem que algo as impulsiona para frente e para o alto, porém ao mesmo tempo se sentem confusas por onde começar o seu caminho de busca. Sentem que algo não está bem, e no seu íntimo sabem que precisam mudar algo em suas vidas. Porém a maioria das pessoas não descobrem por si mesmas, o destino traçado de suas próprias vidas, procurando assim na maioria das vezes "sábios" ou "gurus". Delegando assim a outras pessoas a responsabilidade de melhorar as suas próprias vidas.<br /> Na verdade, todas as respostas de que necessitamos está dentro de nós mesmos, nisso consiste a busca. A busca é a senda da evolução, e é infinita, cada etapa concluída transforma-se na abertura de um novo ciclo. A busca é a ascensão consciente dessa senda pelo homem. É o fruto da constante pressão para evoluir, originada no âmago do seu ser. É eterna, pois a cada patamar abdica-se do grau de unificação alcançado para seguir rumo a novas ampliações. No decorrer da busca, o desenvolvimento da consciência vai sendo confirmado e aprofundado nas provas da vida diária. Se ocorrem quedas ou desvios, o indivíduo deve encontrar em seu interior o impulso que o erguerá e o reconduzirá.<br /> A busca é uma espécie de sintonia, por isso devemos sintonizar a nossa alma com o Universo e com certeza, este mesmo nos mostrará o nosso verdadeiro caminho a seguir! A busca é expressão da lei do retorno, que leva todos os seres de volta à origem. Talvez nesta busca, vocês ouçam os chamados dos Deuses, e percebam que a Bruxaria é o sentido que faltava para vossas vidas. Porém para outras pessoas, talvez essa não seja a realidade e aí, outros horizontes tão maravilhosos quanto à Bruxaria com certeza se abrirão.<br /> Assim a certa altura da trajetória, busca e buscador fundem-se em uma realidade maior e, então, a busca deixa de existir assim como é compreendida em suas etapas iniciais; permanece um movimento ascensional, unificado, da consciência individual e do cosmos.</p>
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</p>
<p><a href="http://laddyprinciss.nireblog.com/post/2008/10/11/as-bruxas#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 04:26:47 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>...Caminho Da Deusa...</title>
	<link>http://laddyprinciss.nireblog.com/post/2008/10/11/caminho-da-deusa</link>
	<guid>http://laddyprinciss.nireblog.com/post/2008/10/11/caminho-da-deusa</guid>
		<description><![CDATA[<p><em>Muitas pessoas que carregam dentro de si a vontade se serem Bruxos, a vontade de se dedicar a Bruxaria,sentem como se algo, uma voz a chamassem, além de se identificarem com a força da natureza, como se a vontade fosse maior que ela.<br />
É bem assim que o dom chega até as pessoas. Ele começa a se manifestar naturalmente, sem que que nos percebamos, quando menos esperamos já somos seguidores da Grande Mãe.<br />
É como se a Deusa sussurrasse em nossos ouvidos que é hora de acordar e viver não só no plano material, como no plano espiritual, que esta diretamente em nossa vida.<br />
A partir daí , nossa vida toma um rumo diferente, ela passa a mudar, para algumas pessoas a mudança chega a ser completa, para outras que já tem uma espécie de afeição com o proximo e com a natureza, ela muda de modo a ficar mais sensata a encarar a vida com outros olhos, encherga coisas que a maioria das pessoas não vêem.<br />
Quando nós despertamos, passamos a dar o real valor a coisas que até o momento nós não notavamos.<br />
Ao passar por uma jardim e ver como o orvalho cai suavemente da pétala delicada de uma flor, abrimos um imenso sorriso, vemos nela a alegria ,o amor se manifestando, vemos alem de uma simples flor, coisa que as pessoas hoje em dia não notam, não dão importancia de quanto a natureza é bela e o quanto nós seres humanos temos que lutar para que a natureza não se abale, para defendermos ela, pois nós viemos da natureza e se não zelarmos por ela, será o fim do planeta ou estaremos contribuindo para que ele se acabe.Temos que encaramos o mundo com amor e todos que os habitam.<br />
Isso é ser Bruxa.<br />
É interagir com a natureza,entender a natureza das coisas, tratar a tudo e a todos,todas as coisas do mundo como se fossem nós mesmos, devemos fazer pelos outros o que gostariamos que fizessem por nós, nunca desejando algo a algum ser, seja ela do mundo animal, vegetal, nunca desejarmos a nenhum deles o que não gostariamos que acontecessem a nós.</em>
</p>
<p><a href="http://laddyprinciss.nireblog.com/post/2008/10/11/caminho-da-deusa#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 04:22:18 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Lenda das Bruxas</title>
	<link>http://laddyprinciss.nireblog.com/post/2008/10/11/lenda-das-bruxas</link>
	<guid>http://laddyprinciss.nireblog.com/post/2008/10/11/lenda-das-bruxas</guid>
		<description><![CDATA[<p></em>
</p>
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<p>Quando de um casal nascem sete filhas; sem nasça nenhum menino entre o espaço, a primeira ou a última será, fatalmente, uma bruxa. Para que isso não venha a acontecer é necessário que a irmã mais velha seja a madrinha de batismo da mais moça. São apontadas, como tal, certas mulheres magras, feias, antipáticas. </p>
<p>Dizem que têm pacto com o demônio, lançam maus-olhados, acarretam enfermidades com os seus bruxedos etc. Costumam transformar-se em mariposas e penetram nas casas pelo buraco da fechadura. Tem por hábito chupar o sangue das crianças ou mesmo de pessoas adultas, fazendo-as adormecer profundamente. A marca do chupão deixado na pele, chama o vulgo de "melancolia". </p>
<p>Antigamente, quando um recém-nascido começava a emagrecer e definhar até a morte, principalmente os que ainda não haviam sido batizados, acreditava-se em "doença da bruxa". Para que as crianças não batizadas não sejam atacadas pelas bruxas, deve-se conservar luz acesa no quarto.</p>
<p>Os pais, ao colocarem o caixão da criança atravessado na porta da casa, a primeira mulher que aparecesse seria a bruxa, vindo mais uma vez buscar a vida de uma criança, para assim manter-se eternamente jovem. </p>
<p> Era costume também, proteger as crianças dando-lhes remédios à base de alho e colocando tesouras abertas embaixo dos seus travesseiros. A criança atacada por uma bruxa ingere carvão, cal de parede, terra e outras substâncias estranhas.</p>
<p>As bruxas realmente existem, garante a sabedoria popular. Sabe-se que uma mulher é bruxa, quando dá a apertar a mão canhota (esquerda). Há ainda, outro processo de identificar uma bruxa: vira-se a lingüeta da fechadura de uma canastra. A bruxa, ao entrar em casa, a primeira coisa que faz é pedir para endireitar-se a lingüeta. </p>
<p>Existe, também, uma oração contra elas; quem as possui consegue descobri-la e prendê-la e também não adormece quando ela a noite penetra em casa. A pessoa assim presumida toma para prendê-la, de um tacho ou uma medida de alqueire, e logo que a bruxa entra em casa, emborca o tacho ou a medida e ela fica incapaz de sair. </p>
<p>As lendas de bruxas, "lobisomens" e outros seres que habitam a fértil imaginação dos populares formam um capítulo a parte. Muitos juram, de pés juntos, que as bruxas andam as soltas nas belas noites de luar, fazendo seus rituais bruxólicos e espalhando no ar toda a magia de suas fascinantes feitiçarias.
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<p><a href="http://laddyprinciss.nireblog.com/post/2008/10/11/lenda-das-bruxas#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 01:35:28 +0100</pubDate>	</item>
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